AmplianismoA economia do erro

Experimento

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Toda família, empresa e país é uma máquina de distribuir erros. Aqui, cinco máquinas iguais rodam lado a lado, com as mesmas pessoas e os mesmos acasos. Só muda a resposta para uma pergunta: quando algo dá errado, quem paga?

Como costuma ser

Ninguém acima do erro, ninguém abaixo do recomeço

Amplianista

A riqueza que fica

O que cada ambiente produziu, menos o que quebrou e o que custou socorrer. As cinco formas rodam ao mesmo tempo, com os mesmos acasos. Cada tombo na linha é uma quebra.

As duas leis

Quem paga decide quem fala

Todos começam com metade de chance de contar um problema que viram. Quem conta e é protegido conta mais da próxima vez. Quem vê alguém ser punido aprende a calar.

Quem paga decide quem tenta

Tentar algo novo dá certo uma vez em três. Quando errar custa caro, as pessoas param de tentar, e o lugar para de melhorar.

Em mil rodadas

Só uma forma acerta em tudo

Em cada medida, sempre há uma forma que empata com o Amplianismo, mas nunca é a mesma. Quem nunca quebra deixa ninguém falar; quem fala muito deixa as pessoas sem chão. Aqui está em quantas das sete medidas cada forma fica entre as melhores, no máximo 10% atrás da primeira.

O que está acontecendo

    Amplianista

      Como o experimento funciona

      Ninguém foi programado para avisar ou calar, tentar ou desistir. Cada pessoa aprende isso sozinha, vendo o que acontece com ela e com quem está perto. Quem decide aprende quanto risco vale correr olhando o próprio bolso. Entre as cinco formas, só mudam as regras da tabela abaixo.

      É um modelo, não uma prova. Ele mostra o mecanismo funcionando e mede o que sai das regras. O socorro público custa 1,30 por real socorrido, número usado na literatura para o custo dos impostos. Quem discordar de uma regra pode mudá-la e rodar de novo: o código é aberto.

      As regras de cada forma

      Ninguém acima do erro. Ninguém abaixo do recomeço.

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